A Conselharia de Cultura saca a concurso o software documental para as Bibliotecas
Publicado por João Manuel Peres Lijó em Quarta-feira, 9 Abril, 2008
A Direcção Geral de Criação e Difusão Cultural editou, no Diário Oficial com data de 7 de abril de 2008, o concurso para o mantimento e desenvolvimento do software bibliotecário para as bibliotecas públicas galegas.

Por primeira vez na Galiza um concurso público de bibliotecas aposta claramente por um software documental livre. Neste caso a escolha é o ILS Koha, um bom software de gestão bibliotecária desenvolvida na sua origem pela Katipo Communications ltd. da Nova Zelândia e na actualidade sustentada por empresas, bibliotecas e pessoas de todo o mundo de maneira totalmente voluntária. A empresa inicial foi adquirida pela norteamericana Liblime que é a encarregada do desenvolvimento do software com o apoio da comunidade.
O ILS já foi implementado e experimentado em muitas bibliotecas de todo o mundo e tem superado o número de um milhão de registos bibliográficos sustentados pelo aplicativo, mostrando-se deste maneira muito estável no tratamento da informação documental, da circulação de documentos e da gestão de autoridades.
Trabalha com o Unimarc e o Marc21 e permite criar com facilidade modelos de fichas de descrição bibliográfica para qualquer tipo de material com só ter uns poucos conhecimentos do Marc.
O mais difícil: a instalação do sistema no servidor para o que se necessita conhecimento informático. O mais fácil o trabalho, uma vez instalado correctamente, via navegador web.
O sistema deve ser instalado num servidor com Apache, MySQL e Perl mas o cliente funciona desde qualquer máquina, independente do sistema operacional e do navegador web.

A versão actual estável é a 2.2.9 mas está muito avançada a versão 3 que já se pode descarregar e instalar na versão beta e que muda a aparência e do funcionamento das versões anteriores incluindo um plugin do Zebra ampliando a potência do Marc com outros formatos como o XML.
Para as empresas que queiram participar neste concurso público estes são os documentos técnicos e administrativos que deverão apresentar.





biblioguerrilla disse
Se me ofreces algún programador deste pais que poida desenvolver o Koha para a aplicación práctica nunha biblioteca (deixemos ao lado as redes de bibliotecas), Xoanma, eu encúmbrote no rei no Iwetel, num novo Muzkiz. Aparte das importantísimas bibliotecas de Horowhenua, o Crawford County Federated Library System, as bibliotecas públicas de Nelsonville, a biblioteca pública de Stow-Munroe Falls, a de Rangitikei, a Near East University de Chipre, o Colexio Bíblico Baptista de Northland, e a Biblioteca do Pobo Nativo de Afognak, e outras polo estilo… ¿dime cúando y cuánto, Xoanma? Dame un teléfono, por dios, e eu migro do Meiga. ¿crees que o Koha é o futuro deste país? Non digo do Apache, nin do MsQl, nin do Perl, pero provache o Z3950 co Koha?, verás como escapan de tí todos os programadores, Xoanma, volve ao Meiga, é software válido… é galego.
silvia disse
E así seguiremos pagándolles os iates aos mesmos…libre non é “de balde”. Alguén ten algunha dúbida de quen vai gañar o concurso?
Ernesto disse
Non sei que tal funcionará o Koha; pero o que si teño claro é que Meiga non é galego, é de Bill Gates.
joamma disse
Efectivamente: obrigado Ernesto por resolver a questão da propriedade do software.
Gostaria muito de que o Koha fosse a solução para todos os problemas das bibliotecas galegas. Mas a realidade é que se trata só de um software… isso sim, muito potente, e desde logo ainda que o Meiga vale para o dia a dia habitual nas bibliotecas não é um aplicativo estável, e a nós particularmente dá-nos muitos problemas.
Efectivamente é uma aplicação difícil de instalar no servidor,mas para isso estão os informáticos e para isso imagino que a Junta saca esse concurso para o que ademais pedem classificação de empresa pelo que só umas poucas poderão apresentar-se.
Esperemos que ganhe a melhor e possa fazer um bom trabalho com o aplicativo.
biblioguerrilla disse
Qué non é galego o Meiga? Pensamos que ten nome e apelidos coñecidos este software desenvolto por persoal da Xunta. Se o fin é a instalación do Koha parécenos ben todo este tema, se o fin é que as bibliotecas funcionen ben… ¿ou ímos ser outro coello de indias para un fin “en principio” alleo(aplicación do software libre)?. ¿A instauración do Koha responde a unha promesa dun político ou o bo funcionamento dunha rede de bibliotecas? O último ano o índice lectura en Galicia caeu un 1%.
E referíndonos a temas e correos de actualidade, unha cousa é un blog, no que todo se permite como bitácora persoal, e outra un medio de difusión dunha asociación de PROFESIONAIS DA INFORMACIÓN, que se usa para facer campaña electoral do poder establecido.
Dende Biblioguerrilla, saúdos DENDEAKÍAKOLÁ.
Lançada a versão definitiva do Koha 3 « Baixamar disse
[...] novidades são as mesmas indicadas noutra entrada neste blogue mas agora fixadas para uma produção [...]