A Biblioteca Digital Europeia: Europeana estará disponível no mês de novembro. Por enquanto pode-se visitar a versão demo para observar as suas características.
A Comissão Europeia promove e coordena o trabalho de construir uma Biblioteca, Arquivo e Museu Digital Europeu comum que facilite o acesso ao património cultural europeu na língua própria dos seus cidadãos.
Este vai ser o primeiro prototipo do que se quer construir. Em novembro de 2008, quando saia à luz, vai contar com 2 milhões de objectos digitalizados: mapas, livros, documentos de arquivos, filmes, fotografias… Para 2010 espera o seu crescimento até os 6 milhões de documentos digitalizados com o aportado pelas instituições que formam parte do projecto.
Na Península ibérica entre as instituições participantes só se encontram as seguintes bibliotecas:
O relatório, realizado em 2007, e publicado em abril de 2008, foi encarregado a três consultoras que realizaram um estudo de campo com inquéritos a bibliotecários e estudo dos sistemas de gestão utilizados nas bibliotecas das instituições de estudo superior.
O estudo analisa a “comodidade” com o uso dos LMS (ou ILS) instalados em cada instituição assim como a visão sobre o seu uso a curto praço e a demanda que os bibliotecários realizam sobre esses sistemas.
No resultado destaca que só 4 empresas cobrem perto do 90% do mercado de ILS nessas bibliotecas. Trata-se de: Ex Libris, Innovative (conhecido na Galiza pelo Millennium), SirsiDynix e Talis.
No estudo reflicte-se que no futuro não se prevê mudar de software já que todos eles mostram características similares. Da mesma maneira não se prevê a migração a sistemas baseados em software livre mentres as características sejam similares aos de sofware proprietário.
Nestes últimos post venho comentando aqueles aplicativos que tenho descoberto ultimamente e que chamaram a minha atenção por algum motivo. Hoje vamos dedicar o artigo ao serviço corporativo para criação de sites, o Google sites. Por enquanto é só uma ferramenta incluída na Google apps e, pelo tanto, disponível para pessoas ou entidades que disponham de um domínio na internet.
A verdade é que esperava mais da Google. Sei que as comparações são odiosas, mas vendo outras ferramentas acho que a Google está muito longe de dar um bom serviço com esta aplicação. É uma ferramenta pouco “usável”. Não inclui cousas muito úteis como a possibilidade de criar aplicativos ou acrescentar código em javascript. Mesmo não utiliza a potência de ferramentas de publicação como o Blogger (também da sua propriedade) que ademais não está incluído (incomprensivelmente) neste serviço. E ainda que inclui um pequeno sistema de publicação denominado Announcements não permite converter a informação publicada a feed para o compartir e/ou usar com os leitores de rss.
De novo parece uma ferramenta para usar no entorno corporativo e não para difundir através da net já que daria uma imagem muito pobre. (Pode-se olhar o intento feito por mim aqui).
Google apps concorre com o serviço de criação de WebSites da Microsoft: Office live small Business que comparte vários aplicativos para o usuário desde um entorno virtual. Mas esta ferramenta não foi experimentada por mim e não posso opinar sobre ela.
E já que queria falar de comparações odiosas uma boa ferramenta para criar sites é o iWeb da Apple. Ferramenta por enquanto só disponível para usuários de macs. Esta si que é uma ferramenta potente para criar sites bonitos esteticamente e fácil de usar e com muita potência para publicar. Tem o falho também de não permitir incluir código javascript mas na nova versão do iweb 08 permite acrescentar novos serviços como vídeos…
Tenho a possibilidade de usar esta ferramenta e mesmo tenho criado um site, no meu computador vejo-o perfeitamente, mas ao subir a informação ao servidor desconfigura-se o texto totalmente aparecendo símbolos estranhos naqueles lugares onde deveria haver til, acentos, sinais gráficos… Ainda tenho que descobrir porquê acontece isto mas não descarto a possibilidade de utilizá-lo no futuro.
A Apple, agora que está incrementando o seu mercado de computadores pessoais, acho que vai continuar não oferecendo alguns dos seus produtos para os usuários da Microsoft reservando assim algumas das suas inovações só para usuários próprios. E entretanto à Google… ainda tem muito que aprender.
Finalmente decidi criar o blogue no WordPress. Custou muito trabalho já que a decisão foi finalmente entre a utilidade e a filosofia. O Blogger do Google permite muitas mais possibilidades com a adicão de código em Javascript que permite acrescentar mais funções. Porém finalmente ganhou a opção filosófica com a eleição do código livre do WordPress