A última publicação dos Library Technology Reports da ALATechsource correspondente ao mês de abril trata a tema da instalação e uso de compuatdores com software aberto nas bibliotecas.
O autor do estudo é John Houser consultor em tecnologia e responsável na implementaãao de novas ferramentas tecnológicas, métodos e recursos em áreas como o open software, digitalização e desenvolvimento de bibliotecas digitais, repositórios institucionais… trabalhou em diferentes entidades públicas e privadas como PALINET, VTLS, Bibliotecas de Detroi e da UCLA…
Introdução ao documento: em um tempo em que a crise económica e as preocupações sobre as alterações climáticas estão a influenciar decisões, muitas bibliotecas estão procurando maneiras de economizar dinheiro e reduzir o seu impacto sobre o ambiente. Este relatório fornece detalhadas informações sobre os sistemas operacionais, software e abordagens realizadas por três bibliotecas e uma instituição acadêmica que tenhem implementado open source para os computadores públicos. Explica como os sistemas operacionais o o software de código aberto, instalado no hardware adequado, pode diminuir os custes e, simultaneamente, proporcionar uma utilização fiável e satisfazendo os usuário. Contribue a ajudar os políticos a tomar decisões sobre as alternativas aos computadores com Microsoft Windows e Microsoft Office, nao apenas como um médio para reduzir os custos ou minimizar a pegada de carbono, mas também como um médio de proporcionar uma melhor experiência aos usuários das bibliotecas.
Para a consulta do texto completo pode ser adquirida desdo o próprio site ao preço de 43 dólares ou acessível a texto completo desde EBSCO para quem for suscritor.
Via Mancomun acedemos ao Estudio comparativo de aplicativos libres para la Universidad publicado pela Universidad del País Vasco / Euskal Herriko Unibersitatea (UPV/EHU). Interessante trabalho que mostra uma comparativa entre o software estudado e indica o melhor valorado segundo uma série de indicadores. Não todo o software oferecido é livre mas a valoração é muito objectiva. Achamos em falta mais estudos destas características para orientar no uso destas ferramentas.
O estudo divide-se em duas partes uma orientada ao software corporativo e outra ao educativo.
Suite de catalogação open source desenvolta pela Liblime dentro do Google Summer of Code de 2007 (Code4lib) que utiliza Google Gears para trabalhar de maneira assincrónica com o servidor.
A ferramenta conta com uma versão beta que pode ser experimentada mediante registo até a sexta feira 16 de janeiro. Está também aberto o prazo para participar no inquérito sobre esta versão de provas que contribua à sua melhora.
Como em todos os projectos de open source conta com uma comunidade que contribue ao seu desenvolvimento: Biblios.org.
O projecto pretende desenvolver esta ferramenta, à que haverá que se subscrever para poder participar, e que será de pago já que está dirigida a empresas e catalogadores independentes que não disponham de um aplicativo de software e que podam utilizar esta ferramenta mediante pago anual de uma tarifa ainda por determinar.
A partir de hoje dia 13 de outubro está previsto o lançamento da esperada terceira versão do OpenOffice. Para os que já temos experimentado com as release candidates (RC) podemos comprovar que é muito mais potente e estável que as versões anteriores e com melhoras e muitas possibilidades de acrescentar novas extensões. Descarrega desde aqui.
Para mim é também uma boa nova ter esta versão já que, finalmente, está disponível a versão nativa (aqua) para Mac. Já não depende do entorno Unix ou da versão sobre Java da NeoOffice que ralentizavam muito a utilização deste software.
Será por fim o começo do fim do MS Office?.
Eu teria desenhado uma campanha mais agresiva como a do último Firefox para difundir mais esta suite ofimática. Mas imagino que os coordenadores apostam mais pelo efeito boca a boca e a repercusão nos meios de comunicação.
Imediatamente estarão disponíveis as versões de interface para as variantes da nossa língua atravês dos seguintes endereços:
Procurar qualquer coisa naquele retângulo mágico do buscador Google. Se não aparecer nada talvez “a informação que buscamos não exista”. Será?
Artigo do jornalista Sílvio Mieli sobre um estudo pouco difundido do Instituto de Sistemas da Informação e Computação da Universidade de Tecnologia de Graz (Áustria).
No mês de junho verá a luz a nova versão do navegador Firefox. A data está aínda por confirmar mas os desenvolvedores do projecto querem implicar à comunidade na difussão desta versão e conseguir um recorde mundial de descarregas deste aplicativo.
Para participar deste movimento criaram uma nova web onde se dá informação de participantes comprometidos com a descarrega e instalação do navegador e facilitam a colaboração mediante banners e outras ferramentas para apoiar o navegador desde webs. blogues, etc.