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Software livre e bibliotecas

Posts Tagged ‘Galiza’

Koha nas bibliotecas da Galiza

Posted by João Manuel Peres Lijó em Terça-feira, 21 Dezembro, 2010


No último número da Associação de Bibliotecarios ANABAD-Galicia recolhe-se a opinião de profissionais das bibliotecas sobre a implantaçao deste software.

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OPAC Social

Posted by João Manuel Peres Lijó em Segunda-feira, 8 Novembro, 2010


No V Congreso Nacional de Bibliotecas Públicas, Gijón, España, 3-5 de Novembro de 2010,  foi apresentada a comunicação Koha, metabuscadores y herramientas colaborativas de edición de contenidos sobre o Opac social, ou Opac 2.0, realizado com Koha na Rede de Bibliotecas de Galiza (versão em prova ainda não implementada na sua totalidade nas bibliotecas da rede).

O vídeo, Los usuarios y el Opac social, realizado para o congresso foi gravado com a participação dos usuários da Biblioteca Municipal de Ames e monstra a interação destes com os novos recursos implementados no Opac. Por outro lado, o Opac foi enriquecido com novas ferramentas sociais que permitem a integração participativa de recursos, fomentando a relação dos usuários com o seu entorno,   permite engadir recursos próprios, locais e comunitários, que serão oferecidos pelo Opac em igualdade de condições que os demais recursos da biblioteca.

Uma olhada ao vídeo permite observar as possibilidades do Opac social:

O vídeo e a comunicação foram realizados pelas empresas Xercode e Fervenzas, Xestión Cultural, e por pessoal da Rede de Biblioteca de Galiza e de Bugalicia, Consórcio de Bibliotecas Universitárias de Galiza.

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A revolução do software livre

Posted by João Manuel Peres Lijó em Quinta-feira, 11 Junho, 2009


Curso de Verão da Universidade de Santiago de Compostela (Galiza). Celebrara-se do 20 ao 24 de Julho na faculdade de Geografia e História desta universidade.

Os últimos dez anos veñen tornando a atención do público cara un proceso global que comezou en 1983 coa iniciativa dunha persoa que foi quen de a debullar nas suas ramificacións filosóficas, éticas, técnicas e económicas ata cambiar profundamente a industria da informática e a relacción que millóns de usuarios en todo o mundo teñen cas tecnoloxías asociadas a esta. Pola profundidade e dramatismo destes cambios, o xeito en que están a se propagar mais aló dos eidos orixinais nos que foran pensados e a obrigar a que empresas, institucións gobernos e persoas se reprantexen certos aspectos da sua percepción do mundo cabe falar, en propiedade, dunha auténtica Revolución do Software Libre.

O obxectivo principal destas xornadas é expoñer aos asistentes a historia deste cambio, partindo do plantexamento filosófico case axiomático que lle da corpo e amosando cómo as implicacións destas ideas se reflicten nun novo modelo económico macro e microeconómico para a industria da informática, nunha profunda perturbación da industria cultural que está a ver nas saídas do Software Libre un modelo do que tomar ideas para se renovar, e nun cambio de paradigma de desenvolvemento de software e mesmo hardware onde os expertos están deslocalizados e actúan ás veces mesmo con patróns de enxamio que, nembargante, conseguen con enorme rapidez produtos de superior calidade.

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O caso Microsoft chega ao debate parlamentar na Galiza

Posted by João Manuel Peres Lijó em Segunda-feira, 25 Maio, 2009


O Partido Popular (direita espanhola), actualmente no governo da Galiza, manifestava no seu programa eleitoral a aposta pela utilização de software livre e estándares abertos na administração… Pouco durou a promesa eleitoral.

2,2 milhões de euros concedidos à Microsoft para o pagamento de licenças de software ao que há que sumar outro concurso de 550.000 € para licenças pendente de adjudicar.

Não nos pode estranhar que este partido, que sempre se caracteriza por mentir descaradamente, tivesse intenção de fazer algo a favor do software livre. Haverá que esperar novos tempos e  a outras administrações para avanzar com este tema.

As opiniões contrárias não se fixeram esperar. Desde a oposição política pedem intervenções e aclarações no parlamento. A comunidade galega de usários de software livre manifesta o seu desacordo com esta decisão e acusa o governo de ir contra o PEGSI (Plano Estratégico Galego para a Sociedade da Informação).

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Richard Stallman: a razão da ética

Posted by João Manuel Peres Lijó em Sexta-feira, 1 Maio, 2009


O 30 de Abril de 2009 fui uma das pessoas afortunadas em assistir à conferência do Richard Stallman em Vigo (Galiza) organizada pelo Master de Softaware Libre da Fundação Caixanova.

O programa foi o seguinte:
16h. O Movimento do SL
19h. O perigo das Patentes

Só pude assistir à primeira parte do evento. Mas foi suficiente! O Richard Stallman (fundador do Projecto GNU e da Free Software Fundation) não defraudou no seu discurso ante um público formado por umas 300 pessoas (surpreendentemente com numerosa afluência de mulheres).

Deu um repasso às origens do SL, falou das confusões entre SL e outros movimentos que não respeitam a opção da liberdade. A luta constante pela liberdade do SL como uma luta pela liberdade dos usuários para controlar o seu computador e o seu software e a luta constante por manter estas liberdades.

O SL é uma filosofia ética, e pelo tanto uma luta política, já que é uma luta pela liberdade. Devolver o poder aos usuários frente ao controlo das empresas atravês do software privativo das nossas máquinas. O SL é a defesa da liberdade de termos a capacidade de melhorar os produtos, adaptá-lo às nossas necessidades e compartilhá-lo com outras pessoas.

Falou também dos falhos do SL ao deixar a luta constante pela liberdade em muitos casos por ganhar presença social que depois não rentabiliza no seu próprio projecto. Neste caso utilizar Linux como kernel do GNU foi um acerto já que contribuiu a expandir a presença do SL na sociedade mas perdeu a referência na luta pela liberdade. O Linux não é totalmente livre e ocultou a existência da base principal do sistema operacional que é o GNU. Desta maneira recomendou voltar ao nome “oficial” do sistema operacional denominando-o como GNU com Linux ou GNU/Linux.

Fez referência ao enfrentamento com o Linus Torvalds já que este defende a necessidade de manter Linux com DRM (digital rights management) e partes de código não livres. Neste sentido o Richard Stallman defende voltar a utilizar versões do kernel de linux totalmente livres ou “Linux Libre”, com o nome em espanhol, para evitar a confusão entre livre e gratuito do termo Free em inglês. Citou as poucas distribuições atuais totalmente livres, entre elas a galega Trisquel.

Por último incidiu em duas questões fundamentais:

  • O emprego: o SL não contribui ao desemprego. Mas ao contrário contribui ao desenvolvimento de empresas locais, à existência de pessoas que adaptam e modificam o software segundo a demanda dos seus clientes e empresas que localizam o software a diferentes línguas. Assim enquanto pode acabar com o emprego de alguns programadores, nas grandes empresas de software, cria outros noutros sectores da fabricação do software.
  • A educação: a luta pelo software livre é uma luta pela liberdade e pela democracia. Assim não deve ser permitido a instalação de software privativa nas escolas para a educação. Criticou em espanha a decisão do governo do psoe de querer dar a cada criança da educação primária computadores com windows instalado. A empresa facilita um presente envenenado. Dá o primeiro gratuitamente e depois jà tem controladas as crianças para o resto da vida. Fez uma piada comparando o software privativo com a droga: a primeira dose é grátis mas depois terá apanhadas as vítimas durante o resto da sua vida. Fomenta o uso e o ensino do SL nas escolas para que o estudantado possa conhecer, utilizar e manipular o software desde pequenos sendo donos do conhecimento sobre o software.

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A Rede de Bibliotecas da Galiza cambiará a Software Livre

Posted by João Manuel Peres Lijó em Quinta-feira, 24 Abril, 2008


Reproduzo o artigo publicado com data de 24 de abril de 2008 por Mancomun.

Informa-se do Concurso público convocado pela Conselharia de Cultura para fornecer de computadores às bibliotecas.

Nas condições técnicas convoca-se a adquisição de 65 computadores para o trabalho interno da biblioteca no que se vai contar com o Sistema Operacional da Microsoft Windows XP (SP2) mas com o pacote de produtividade OpenOffice, descartando na convocatória o MSOffice.

Para os computadores de uso público aposta-se pelo S.O. Ubuntu, configurado para recuperar os parámetros iniciais em cada arranque e também com o OpenOffice como ferramenta de escritório. (Que se pode descarregar em “galego” desde o site de Mancomun).

Por certo que a Ubuntu sacou a sua última versão do S.O. o 21 de abril, a 8.04 LTS nas duas versões de escritório e servidor.

Pode-se experimentar a versão live deste sistema operacional que não requer instalação e permite experimentar com el sem mudar de sistema operacional. A última versão do LiveCD é a 7.10 que se pode descarregar desde aqui.

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A Conselharia de Cultura saca a concurso o software documental para as Bibliotecas

Posted by João Manuel Peres Lijó em Quarta-feira, 9 Abril, 2008


A Direcção Geral de Criação e Difusão Cultural editou, no Diário Oficial com data de 7 de abril de 2008, o concurso para o mantimento e desenvolvimento do software bibliotecário para as bibliotecas públicas galegas.

Por primeira vez na Galiza um concurso público de bibliotecas aposta claramente por um software documental livre. Neste caso a escolha é o ILS Koha, um bom software de gestão bibliotecária desenvolvida na sua origem pela Katipo Communications ltd. da Nova Zelândia e na actualidade sustentada por empresas, bibliotecas e pessoas de todo o mundo de maneira totalmente voluntária. A empresa inicial foi adquirida pela norteamericana Liblime que é a encarregada do desenvolvimento do software com o apoio da comunidade.

O ILS já foi implementado e experimentado em muitas bibliotecas de todo o mundo e tem superado o número de um milhão de registos bibliográficos sustentados pelo aplicativo, mostrando-se deste maneira muito estável no tratamento da informação documental, da circulação de documentos e da gestão de autoridades.

Trabalha com o Unimarc e o Marc21 e permite criar com facilidade modelos de fichas de descrição bibliográfica para qualquer tipo de material com só ter uns poucos conhecimentos do Marc.

O mais difícil: a instalação do sistema no servidor para o que se necessita conhecimento informático. O mais fácil o trabalho, uma vez instalado correctamente, via navegador web.

O sistema deve ser instalado num servidor com Apache, MySQL e Perl mas o cliente funciona desde qualquer máquina, independente do sistema operacional e do navegador web.

A versão actual estável é a 2.2.9 mas está muito avançada a versão 3 que já se pode descarregar e instalar na versão beta e que muda a aparência e do funcionamento das versões anteriores incluindo um plugin do Zebra ampliando a potência do Marc com outros formatos como o XML.

Para as empresas que queiram participar neste concurso público estes são os documentos técnicos e administrativos que deverão apresentar.

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